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Novidade

Eu no Espelho - Dia Nacional do Escritor

Não deixei o Dia Nacional do Escritor passar em branco... Talvez apenas o tenha deixado passar em preto e branco. Afinal, a folha de photobooth que acompanha esta publicação não é um exercício de vaidade, tampouco uma tentativa de provar que um escritor pode fazer dezesseis caretas diferentes diante de uma câmera. É, antes de tudo, uma pequena confissão. Ontem, 25 de julho, celebramos o Dia Nacional do Escritor . Hoje, resolvi comemorar a data mostrando um pouco daquilo que raramente aparece nas fotografias de divulgação de um livro: a estranha multidão que habita um único autor. Durante muito tempo me perguntaram por que assino obras com nomes diferentes. Alguns imaginam estratégia de mercado; outros, mero capricho estético. A verdade é menos simples e muito mais divertida. Vital Sousa é quem organiza o pensamento, estrutura projetos, pesquisa, estuda e procura dar coerência às ideias. Tonny Aguiar prefere a narrativa, as crônicas, o romance, os personagens que caminham entre o abs...

Lágrimas


Face da Obra

Lágrimas: uma cocriação de Simone Souza com as Abelhas Moças Brancas, é um exemplo emblemático da parceria entre a Artista e a Natureza. A Escultora traduz na matéria-prima os seus sentimentos enquanto a matéria-prima revela os seus segredos, já esculpidos de dentro para fora pelas abelhas.

Ao olharmos para este trabalho, contemplamos o "despertar" de uma "obra única" que será objeto de múltiplas e particulares interpretações, porque o que importa é o que cada um escuta no momento de contemplação, quando as partes se traduzem e o expectador é arrebatado pela “Obra de Arte”.

"Lágrimas": escultura (30x12x10), em madeira de Umburana, da Artista Simone Souza, do Vale do Catimbau.

Lado Esquerdo

Costas

Lado Direito

Certificado de Autenticidade: TG202411020001PU da Tonny Galeria.

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"Falar é fácil, quero ver fazer!" Partindo de Cabedelo (PB) Quantas vezes você já ouviu esta frase, todas as vezes que você teve uma ideia inovadora; todas as vezes que você pensou em fazer algo, realmente, inovador, diferente? Quantas vezes diante, da descrença das pessoas, você vacilou e desistiu? Nós não desistimos! Amadurecemos nossa ideia até o ponto de ser colhida, até o ponto ideal para ser colocada em prática, até a hora de Agir! Nossa ideia pode até parecer uma completa loucura, uma insensatez, mas foi pensada e planejada nos seus mínimos detalhes: detalhes Bons e Ruins, Ações e Reações, Atitudes e Consequências, Forças e Fraquezas, Oportunidades e Ameaças, o Que, Onde, Porque, Quem, Como, Quando, Quanto... Planejamento concluído e exaustivamente testado e aprovado chegou a hora da Ação! Sem esquecer que a vida do Empreendedor é (ou, necessariamente, deveria ser) um eterno looping de PDCA: Planejar, Desenvolver, Controlar, Ajustar, Planejar... ...

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  No Budismo se diz: “somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com os nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo”. Descartes diz: “penso, logo existo”. Com um pouco de raciocínio lógico, penso que posso deduzir que se não pensarmos não seremos nada ou melhor: voltamos, no sentido literal, a ser “bestas” que fazem “besteiras” e iniciamos o fim da humanidade através de uma “involução” para o período Cenozoico. Um cenário nada agradável para quem gosta de pensar. Neste ponto, volto para a frase de Descartes, porque nela, da forma como está colocada, cabe duas ressalvas que, em síntese, é o início da razão desta crônica: a dúvida. Reza a lenda que a mais correta tradução para a famosa frase “cogito ergo sum”, ao invés de “penso, logo existo” deveria ser “penso, portanto sou”. Como simpatizante do Budismo, tenho preferência pela tradução mais coloquial, afinal se, apenas, existo, logo não sou: estou sendo. Esta é a primeira ressalva. Além da questão ser ou nã...