Até certo ponto de sua produção, Wirveng Natham construiu uma trajetória marcada pela representação da presença. Seus personagens e paisagens afirmam identidades e revelam vínculos com a cultura e a natureza. Em A Taça , entretanto, o jovem e emergente artista realiza um movimento silencioso, porém decisivo: substitui a presença pela ausência como elemento estruturador da obra. A mudança é perceptível desde a composição. Sobre um fundo negro absoluto, poucos traços são suficientes para delinear uma taça quase transparente. Não há referências que conduzam o olhar. Tudo o que permanece é um objeto reduzido à sua essência, envolvido por um vazio que deixa de ser simples espaço negativo para assumir protagonismo. A pintura passa a existir menos pelo que mostra do que pelo que deliberadamente escolhe não mostrar. Essa inversão é reforçada pela reflexão proposta pelo próprio artista. Em vez de recorrer ao conhecido dilema entre o recipiente "meio cheio" e "meio vazio", ...
"O que chamamos hoje de "inteligência" poderá se tornar um conceito esvaziado, tanto para nós quanto para as IAs." Joaquina, Suporte IA Recentemente me envolvi numa “discussão” sobe o uso das IAs Generativas para substituir capacidades ou características essencialmente humanas como a imaginação, a criatividade e a inteligência. Essa discussão teve como efeito colateral, aguçar o meu interesse sobre o desenvolvimento dessas ferramentas tecnológicas cada vez mais populares, com sua utilização numa miríade de atividades que vão da Física Quântica à Guerra Memeal travada entre Brasil e Portugal. Meu contexto é a utilização das IAs Generativas na produção de textos com variados objetivos, mas principalmente os que possuem a intenção de serem transformados em livros, dado a minha decisão de tornar-me Escritor e Editor em Tempo Integral. O que, aparentemente, poderia ser confundido com misturar alhos com bugalhos, em verdade, trata-se de uma questão de relevância e...