Sinopse O Ponto dos Contos – Crônicas Improváveis reúne histórias bem-humoradas, irreverentes e surpreendentes que despertam aquilo que existe de mais espontâneo nas pessoas: o riso. Em tempos marcados pelo excesso de estresse, ansiedade e excesso de informações, a literatura também pode ser uma ferramenta de bem-estar. Cada página foi escrita para proporcionar momentos leves, divertidos e capazes de arrancar boas gargalhadas. Porque sorrir faz bem. E quando o sorriso aparece, ele merece ser bonito. É justamente nesse ponto que a literatura encontra a odontologia: enquanto o livro desperta o sorriso, os profissionais da saúde bucal cuidam para que ele seja saudável, bonito e duradouro. O Direito de Ser Estranho (Apresentação) Em um mundo obcecado pela produtividade e pela padronização do comportamento, vivemos em uma época particularmente inclinada a transformar diferenças, desconfortos e comportamentos incomuns em explicações rápidas. É o império do diagnóstico instantâneo: aquele qu...
Petit Pois é puro contraste. Em contraste com sua estatura é uma gigante em referências que desafiam a lógica e vai ao encontro da confluência cósmica de Nêgo Bispo, deslizando no fluído cósmico universal, defendido pelos espíritas.
À primeira vista, reconheci a centauro fêmea Hileia – na mitologia grega, deusa menor da fertilidade e da vegetação – e com a visão mais apurada, me fez lembrar Marilyn Monroe e Eva Mendes – famosas atrizes hollywoodianas – por causa de um “pequeno detalhe: a pinta na bochecha esquerda. Reza a lenda que pessoas que têm pintas assim, apreciam a boa comida, são generosos e sabem apreciar as coisas boas da vida. Como já disse, puro contraste.
Todas essas referências no meio da Caatinga Pernambucana, podem parecer meras abstrações, mas para quem conhece e ama o Sertão é puro reconhecimento, pois Petit Pois é, literalmente, a confirmação de que “a arte não é para solucionar ou decorar, mas para sobreviver” e, como diz Fernando Pessoa, “a arte é uma confissão de que a vida não basta”,
Petit Pois: escultura (46x17x12), em madeira de Umburana, da Artista Mocinha Ferreira, do Vale do Catimbau.
Vital Sousa
Tonny Galeria



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