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Mostrando postagens de março, 2026

Novidade

O Ponto dos Contos: Crônicas Improváveis

Sinopse O Ponto dos Contos – Crônicas Improváveis reúne histórias bem-humoradas, irreverentes e surpreendentes que despertam aquilo que existe de mais espontâneo nas pessoas: o riso. Em tempos marcados pelo excesso de estresse, ansiedade e excesso de informações, a literatura também pode ser uma ferramenta de bem-estar. Cada página foi escrita para proporcionar momentos leves, divertidos e capazes de arrancar boas gargalhadas. Porque sorrir faz bem. E quando o sorriso aparece, ele merece ser bonito. É justamente nesse ponto que a literatura encontra a odontologia: enquanto o livro desperta o sorriso, os profissionais da saúde bucal cuidam para que ele seja saudável, bonito e duradouro. O Direito de Ser Estranho (Apresentação) Em um mundo obcecado pela produtividade e pela padronização do comportamento, vivemos em uma época particularmente inclinada a transformar diferenças, desconfortos e comportamentos incomuns em explicações rápidas. É o império do diagnóstico instantâneo: aquele qu...

A Dança dos Macacos

AVISO! O texto a seguir não é uma Apresentação Protocolar: é uma Leitura Crítica com tensão, conceito e identidade autoral. Necessariamente porque a obra exige, porque “A Dança dos Macacos” não é ficção: é fricção. A OBRA A Dança dos Macacos não é um livro: é um curto-circuito em mentes conformistas e preguiçosas. Aqui não há compromissos com beleza, harmonia ou conservadorismo. Há uma operação deliberada de sabotagem: da linguagem, do leitor, da ideia confortável e reacionária da poesia como ornamento. O signo “macaco” historicamente usado como instrumento de violência racial, não é apenas ressignificado. Ele é explodido, repetido até a exaustão, escarrado, cuspido e esfregado na cara do leitor até perder qualquer possibilidade de neutralidade. Aqui não há sutilezas porque não há tempo. Não há metáforas elegantes porque a realidade não é elegante. O que se constrói, como verdade, é uma antiestética programada: repetição como martelo. fragmento como estilhaço. ironia como veneno, hum...

Cyrano

  Para quem tem alguma familiaridade com a Literatura e/ou o Teatro, serão imediatas as conexões com as referências para o batismo dessa Obra de Arte. Cyrano é um emblemático exemplo da “mínima intervenção”, da integração do Artista com a Natureza que fornece a matéria prima para a sua Arte. Essa peça se destaca como um “elo perdido” entre a Arte Rupestre e a Arte Naif. Seus olhos expressivos e seu nariz descomunal refutam quaisquer outros significantes para o seu batismo. Aliás, se o Nariz o batiza, os olhos representam a sua Ancestralidade: característica marcante das peças da Artista Tacilene Ferreira . Os olhos, como “janelas da alma”, ampliam a confluência com Edmond Rostand e o seu icônico personagem. Cyrano , a Escultura, como representante da realidade catingueira, trás nos olhos a dureza de quem convive com as agruras do semiárido, mas permite enxergar através deles, as belezas desse pedaço de chão que insistem em “inventar” como feio. A moral da história para esta Obra d...