Sinopse O Ponto dos Contos – Crônicas Improváveis reúne histórias bem-humoradas, irreverentes e surpreendentes que despertam aquilo que existe de mais espontâneo nas pessoas: o riso. Em tempos marcados pelo excesso de estresse, ansiedade e excesso de informações, a literatura também pode ser uma ferramenta de bem-estar. Cada página foi escrita para proporcionar momentos leves, divertidos e capazes de arrancar boas gargalhadas. Porque sorrir faz bem. E quando o sorriso aparece, ele merece ser bonito. É justamente nesse ponto que a literatura encontra a odontologia: enquanto o livro desperta o sorriso, os profissionais da saúde bucal cuidam para que ele seja saudável, bonito e duradouro. O Direito de Ser Estranho (Apresentação) Em um mundo obcecado pela produtividade e pela padronização do comportamento, vivemos em uma época particularmente inclinada a transformar diferenças, desconfortos e comportamentos incomuns em explicações rápidas. É o império do diagnóstico instantâneo: aquele qu...
Em Abraço da Natureza, Wirveng Nathan nos convida a desacelerar e a reencontrar aquilo que frequentemente esquecemos na vida contemporânea: a paz nasce quando reconhecemos que fazemos parte da paisagem e não quando tentamos nos colocar acima dela.
Nesta obra, Nathan transforma a paisagem em abrigo espiritual. O horizonte amplo, as colinas suaves e o céu luminoso criam um cenário de serenidade que convida à pausa e à contemplação. Mais do que representar um lugar, o artista revela uma relação profunda de pertencimento com o território onde construiu sua identidade.
As pequenas figuras espalhadas pelo campo — caminhando de mãos dadas, brincando ou simplesmente repousando — reforçam essa ideia de conexão. Diante da vastidão da paisagem, o ser humano aparece em escala reduzida, lembrando que a verdadeira grandeza não está no domínio da natureza, mas na capacidade de viver em harmonia com ela. O sol que ilumina a cena, o céu aberto, as nuvens em movimento, as colinas e a vegetação que ocupam quase toda a composição parecem envolver os personagens em um gesto silencioso de acolhimento e proteção.
O Quilombo surge aqui como território afetivo e espiritual. Não há desejo de partir em busca de outros horizontes; a paz é encontrada nas próprias raízes, no vento que atravessa o campo, no cheiro das plantas, na sombra das árvores e na convivência comunitária. Ao mesmo tempo, a obra sugere uma reflexão sobre a posição humana no mundo: somos pequenos diante da imensidão natural e dependemos dela muito mais do que ela depende de nós. A natureza permanece soberana, generosa e resiliente, lembrando que sua existência transcende a nossa.
Serviço:
Abraço da Natureza
Wirveng Nathan
Acrílica sobre tela (27 x 35 cm)
Valor: 320,00
