Na psicologia do desenvolvimento, a região púbica e o surgimento dos pelos pubianos marcam a travessia da infância para a puberdade. É o sinal visível de que algo amadurece, de que o corpo anuncia uma passagem irreversível rumo à maturidade sexual e simbólica. Não se trata apenas de biologia, mas de consciência: o corpo diz aquilo que a mente ainda precisa aprender a sustentar. Na psicanálise, o púbico - esse território tantas vezes silenciado ou coberto de pudor - não possui um significado fixo ou universal. Ele emerge como imagem, sonho, associação livre. Pode representar a origem da vida, a potência criadora, a vulnerabilidade extrema ou o desejo. Seu sentido é sempre singular, inconsciente, atravessado pela história de cada sujeito. O que se cala no discurso retorna no símbolo. É a partir dessa chave que nasce As Faces de Eva. Este evento se afirma como "Um Ato Público, Púbico e Não Pudico" porque recusa a infantilização do debate sobre gênero, corpo, poder e responsabil...
“Silvestre Guerra” soa como uma doce contradição para uma avalanche de naturalidade que aflora das histórias contadas pela Tia Cássia. Reais ou inventadas, são compartilhadas com flores, borboletas, pássaros e outros seres alados como fadas e querubins. Escutá-las é alçar voo num céu azul-celeste, salpicado de nuvens de algodão-doce e pássaros de alfenim: pura ternura para nossos ouvidos.
Contudo, nem tudo são cores e flores: vez por outra pode brotar, para ouvidos amadurecidos pela vida, em forma de crônica ou poesia, algumas lembranças de espinhos podados com força, coragem e determinação, marcas registradas de um Clã de Guerreiras que batizei de Clã das Acácias.
Rita de Cássia Silvestre Guerra é o seu nome completo, mas todos a conhecem como Cássia Guerra. Formada em Magistério pelo Colégio Municipal de Garanhuns e Letras pela Universidade de Pernambuco, com especialização em Língua Portuguesa pela UPE e Gestão Escolar pela UFPE.
Desde muito pequena, já sabia que seria professora, uma das suas brincadeiras preferidas era ser professora dos primos e das bonecas. Durante alguns anos, lecionou no colégio Diocesano de Garanhuns e no Instituto Colégio Meridional, também deu aulas de português em cursinhos preparatórios para vestibular e concursos. Durante sua trajetória como professora da rede municipal, trabalhou na sala de leitura. Nessa época, criou um canal no YouTube onde faz mediação e contação de histórias até hoje. Atualmente, é professora de Língua Portuguesa aposentada pelo Município de Garanhuns, Estado de Pernambuco, e dedica-se com mais ênfase à escrita.
Ama escrever, mas nunca valorizou muito esse dom; escrevia e perdia os textos: poesia, crônicas, contos e rascunhos de um romance. Esses rascunhos, em grande parte guardados na memória, transformaram-se no manuscrito de O Quintal das Acácias, o seu primeiro livro, fruto de uma enxurrada de lembranças que ela mesma não sabia estarem tão vivas.
Mais que ficção biográfica, a obra se ergue como libelo contra o machismo estrutural, ao mesmo tempo em que celebra a força ancestral feminina.
Vital Sousa
Quatro Editora
Narrado por uma descendente do "Clã das Acácias", o livro percorre gerações de mulheres que transformaram dor em força e sobrevivência em legado. Do Sertão de Pernambuco às ruas de São Paulo, a saga de Flora e suas herdeiras ecoa como um testemunho de amor, empatia e ancestralidade.
O Lançamento aconteceu no dia 27 de novembro 25, com evento híbrido que reuniu roda de conversa e leitura dramatizada.
Leitoras e Leitores podem garantir seu exemplar nas condições abaixo, com uma dedicatória exclusiva e como brinde um marcador de página.
“O Quintal das Acácias” — uma história de resistência, memória e esperança.
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