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Mostrando postagens com o rótulo Crônicas

Novidade

O Ponto dos Contos: Crônicas Improváveis

Sinopse O Ponto dos Contos – Crônicas Improváveis reúne histórias bem-humoradas, irreverentes e surpreendentes que despertam aquilo que existe de mais espontâneo nas pessoas: o riso. Em tempos marcados pelo excesso de estresse, ansiedade e excesso de informações, a literatura também pode ser uma ferramenta de bem-estar. Cada página foi escrita para proporcionar momentos leves, divertidos e capazes de arrancar boas gargalhadas. Porque sorrir faz bem. E quando o sorriso aparece, ele merece ser bonito. É justamente nesse ponto que a literatura encontra a odontologia: enquanto o livro desperta o sorriso, os profissionais da saúde bucal cuidam para que ele seja saudável, bonito e duradouro. O Direito de Ser Estranho (Apresentação) Em um mundo obcecado pela produtividade e pela padronização do comportamento, vivemos em uma época particularmente inclinada a transformar diferenças, desconfortos e comportamentos incomuns em explicações rápidas. É o império do diagnóstico instantâneo: aquele qu...

Escreva como um Humano — Antes que isso vire Suspeito!

"IA ou não IA, eis a questão." ~Telmah Parece que finalmente descobrimos o grande método para identificar um texto produzido por Inteligência Artificial : procure um travessão, desconfie dos dois-pontos, fique atento aos conectivos e, se o sujeito apresentar três exemplos para explicar alguma coisa, chame imediatamente a perícia.  Não importa que o travessão tenha atravessado séculos de literatura, que os dois-pontos estejam pacificamente instalados na gramática desde muito antes de alguém imaginar que uma máquina pudesse escrever, que “portanto” , “além disso” e “em suma” façam parte do repertório de qualquer estudante razoavelmente alfabetizado ou que a estrutura de três argumentos seja uma velha conhecida da retórica, da publicidade, da literatura e até da conversa de botequim. Se esses recursos aparecerem juntos, porém, temos um suspeito. Afinal, alguém na internet disse que isso é “cara de texto de IA” . E, como sabemos, depois que alguma coisa ganha a respeitável chan...

Eu no Espelho - Dia Nacional do Escritor

Não deixei o Dia Nacional do Escritor passar em branco... Talvez apenas o tenha deixado passar em preto e branco. Afinal, a folha de photobooth que acompanha esta publicação não é um exercício de vaidade, tampouco uma tentativa de provar que um escritor pode fazer dezesseis caretas diferentes diante de uma câmera. É, antes de tudo, uma pequena confissão. Ontem, 25 de julho, celebramos o Dia Nacional do Escritor . Hoje, resolvi comemorar a data mostrando um pouco daquilo que raramente aparece nas fotografias de divulgação de um livro: a estranha multidão que habita um único autor. Durante muito tempo me perguntaram por que assino obras com nomes diferentes. Alguns imaginam estratégia de mercado; outros, mero capricho estético. A verdade é menos simples e muito mais divertida. Vital Sousa é quem organiza o pensamento, estrutura projetos, pesquisa, estuda e procura dar coerência às ideias. Tonny Aguiar prefere a narrativa, as crônicas, o romance, os personagens que caminham entre o abs...

Joaquina - A Mão Que Balança o Berço

  "O que chamamos hoje de "inteligência" poderá se tornar um conceito esvaziado, tanto para nós quanto para as IAs." Joaquina, Suporte IA Recentemente me envolvi numa “discussão” sobe o uso das IAs Generativas para substituir capacidades ou características essencialmente humanas como a imaginação, a criatividade e a inteligência. Essa discussão teve como efeito colateral, aguçar o meu interesse sobre o desenvolvimento dessas ferramentas tecnológicas cada vez mais populares, com sua utilização numa miríade de atividades que vão da Física Quântica à Guerra Memeal travada entre Brasil e Portugal. Meu contexto é a utilização das IAs Generativas na produção de textos com variados objetivos, mas principalmente os que possuem a intenção de serem transformados em livros, dado a minha decisão de tornar-me Escritor e Editor em Tempo Integral. O que, aparentemente, poderia ser confundido com misturar alhos com bugalhos, em verdade, trata-se de uma questão de relevância e...

Joaquina No Espelho

  No Budismo se diz: “somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com os nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo”. Descartes diz: “penso, logo existo”. Com um pouco de raciocínio lógico, penso que posso deduzir que se não pensarmos não seremos nada ou melhor: voltamos, no sentido literal, a ser “bestas” que fazem “besteiras” e iniciamos o fim da humanidade através de uma “involução” para o período Cenozoico. Um cenário nada agradável para quem gosta de pensar. Neste ponto, volto para a frase de Descartes, porque nela, da forma como está colocada, cabe duas ressalvas que, em síntese, é o início da razão desta crônica: a dúvida. Reza a lenda que a mais correta tradução para a famosa frase “cogito ergo sum”, ao invés de “penso, logo existo” deveria ser “penso, portanto sou”. Como simpatizante do Budismo, tenho preferência pela tradução mais coloquial, afinal se, apenas, existo, logo não sou: estou sendo. Esta é a primeira ressalva. Além da questão ser ou nã...